Secretaria da Saúde mantêm vacinação contra a Influenza

Secretaria da Saúde mantêm vacinação contra a Influenza

4 de junho de 2018 0 Por admin

O Ministério da Saúde prorrogou a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza para grupos prioritários até o dia 15 deste mês. A medida leva em consideração os impactos da paralisação nacional dos caminhoneiros no país. Em Santo Ângelo, de acordo com informações do secretário adjunto da Saúde, Mário Vieira Neto, a prorrogação permitirá a ampliação dos números da cobertura vacinal que, no Rio Grande do Sul, ficou em 71% diante dos 90% estabelecidos como meta para o Estado, e 68,4% no País.

O relatório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulgado na manhã de sexta-feira, 01, demonstra que a previsão de cobertura vacinal em idosos com mais de 60 anos deve fechar os 90% nos primeiros dias desta semana. Da população de 10.676 idosos, 9.571 já foram vacinados. A vacinação de indígenas alcançou 152,94% da previsão inicial. Ainda segundo o levantamento, 79,95% dos trabalhadores em saúde, 61,84% das gestantes, 68,50% das puérperas, e 85,37% dos professores já estão imunizados contra os três principais tipos de vírus da Influenza: H1N1, H3N2 e B. Também foram 3.353 doses da vacina aplicadas em grupos com Comorbidades (doenças crônicas: respiratória, cardíaca, renal, hepática, neurológica, diabetes, obesos, imunodepressivos, transplantados e portadores de trissomias.

A Secretaria Municipal de Saúde informa que há doses da vacina contra a Influenza nos postos de Santo Ângelo, em seus respectivos horários de funcionamento: Centro de Apoio à Mulher e à Criança (Secretaria da Saúde); Centro Social Urbano; bairro Rogowski; Indubras; Castelarin; Sepé; Subuski; Nova; Haller; Dido; Aliança; São Carlos; União; Braga; Centro Sul e o Posto de Saúde do Distrito Buriti. O único local que não dispõe de vacinação é o Posto de Saúde Dr. Ernesto Nascimento Sobrinho (22 de Março).

CRIANÇAS

A preocupação da Secretaria da Saúde continua sendo com a imunização de crianças na faixa etária entre seis meses e cinco anos que, segundo o levantamento está em 45% das 4.306 em idade de vacinação. É o menor índice percentual entre os grupos prioritários de vacinação.

Vieira Neto argumenta que a vacina não é obrigatória, mas recomendada para crianças com idade entre seis meses e cinco anos, que tem mais chances de desenvolver complicações relacionadas à gripe. “As crianças têm mais gripes e resfriados porque seu sistema imunológico está em formação: ele ainda não possui ferramentas para defender-se contra o vírus e ficam sujeitas às complicações, como a pneumonia, por exemplo, uma das doenças mais comuns que pode inclusive, apresentar risco de morte para os pacientes”.

Foto: Fernando Gomes/Arquivo